Digamos que renunciar uma escolha não é uma das saídas mais fáceis que eu poderia dispor nesse exato momento, mas talvez seja a melhor maneira de saber realmente do que a minha felicidade precisa pra se estabilizar. Sei que tenho milhares de decisões e escolhas que deveriam anteceder aquelas que ando pensando com mais frequência, colocando em primeiro plano como se tudo o que acontece e o que pode acontecer dependesse de uma única cartada. Mas sei também que só com essas milhares de outras decisões estarei completa o suficiente pra ser feliz do meu jeito, embora eu esteja omitindo aos meus sentidos sobre a importância delas, concentrando a minha garantia de felicidade em uma única escolha . Não sei se é mesmo um capricho, daqueles que derrubam o nosso orgulho, aquecendo as nossas lembranças, congelando os nossos planos e queimando as nossas idéias.
E se eu estiver enganada? Quantos dias terei que perder até que eu consiga consertar as coisas, depois de destruí-las com as minhas próprias mãos, cegas, como fiz dos meus olhos ao vendá-los por você?
Se eu estiver errada, agora ou daqui a mil anos..quem sabe eu não seja forte o bastante pra renunciar as minhas escolhas novamente.
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